sábado, 27 de junho de 2009
Reabilitação
Vou tentar aproveitar os dias e as noites cálidas e luminosas de Verão para me dedicar a duas das minhas paixões, a leitura e as escrita. Será que consigo ou, em Setembro estarei, aqui de novo, a reabilitar-me?
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Fez-se Justiça
sobre a mesa dos seus poderes efémeros.
Queriam ser reis, czares, tantas coisas,
e rodeavam-se de pequenos corvos,
Banqueteiam-se a pavoneiam-se ainda, mas hoje deu para perceber que toda a arrogância e pequenez pententeada conduziram à revolta e um novo ciclo que se prevê de mudança e de justiça.
Não podemos esmurecer, mas sim, continuar a lutar.
Justitia Mater
Nas florestas solenes há o culto
Da eterna, íntima força primitiva:
Na serra, o grito audaz da alma cativa,
Do coração, em seu combate inulto:
No espaço constelado passa o vulto
Do inominado Alguém, que os sóis aviva:
No mar ouve-se a voz grave e aflitiva
D'um deus que luta, poderoso e inculto.
Mas nas negras cidades, onde solta
Se ergue, de sangue medida, a revolta,
Como incêndio que um vento bravo atiça,
Há mais alta missão, mais alta glória:
O combater, à grande luz da história,
Os combates eternos da Justiça!
Antero de Quental, in "Sonetos"
sábado, 25 de abril de 2009
Cantar a Liberdade
Pergunto ao vento que passa
o vento nada me diz.
...
...
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
...
Mas há sempre uma candeia
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Fases:
1º - Definir o tema.
2º - Definir os objectivos do trabalho.
3º - Elaborar o esboço do índice com os sub-temas a tratar.
4º - Localizar informação.
5º - Recolher informação.
6º - Organizar a informação obtida.
7º - Organizar o trabalho.
8º - Formatar o trabalho (margens, tipo de letra, tamanho da letra).
9º - Imprimir uma versão para ser lido e verificar a clareza do discurso,
gralhas, erros).
10º - Fazer correcções.
11º - Imprimir a versão de definitiva.
12º Encadernar.
Estrutura do trabalho escrito:
1. Capa
2. Índice
3. Introdução
4. Desenvolvimento
5. Conclusão
6. Bibliografia
7. Anexos (nem todos os trabalhos têm anexos)
1. Capa
Para uma correcta apresentação, deverá ter os seguintes elementos:
• Nome da escola
• Disciplina ou área a que se destina
• Título do trabalho
•Identificação dos autores
• Data
2. Índice
•Títulos e subtítulos com a página correspondente.
3. Introdução
• Apresenta o tema a tratar.
• Apresenta os objectivos do trabalho.
• Justificação do tema, quando é caso disso.
• Pode explicar algumas etapas da pesquisa.
4. Desenvolvimento
• O desenvolvimento é a parte central do trabalho.
• Deve ser redigido com cuidado,utilizando frases curtas, claras, concisas e exactas com base nos conhecimentos e nas informações obtidas.
• Se incluir fotos, estas devem estar relacionadas com o tema, devem ser numeradas, ter legendas e a fonte (revista ou livro de onde foi retirada, ou autor da fotografia).
• Se incluir gráficos, devem ser numerados e relevantes para o texto.
• Ao longo do trabalho podem utilizar-se citações, isto é, transcrever frases ou textos de autores. • Essas transcrições devem ser curtas, ficar entre aspas e referenciar o seu autor.
5. Conclusão
• Retrata as conclusões sobre as diversas etapas do trabalho.
• Pode fazer referência a algumas dificuldades ou facilidades no tratamento do tema.
• Apresentação das fontes consultadas: livros, revistas, sites, etc.
Nota: A listagem deve incluir todas as fontes, no caso do material impresso:
• LIVROS: Autor, por apelido. Data. Título. Lugar de Edição: Editora.
• REVISTAS: Autor, por apelido. Data. Título do artigo. In Nome da Revista, n.º, ano, lugar de edição e editora.
• SITES: Listagem de sites, data da consulta, ente ( ).
Os anexos servem para completar,fundamentar e ilustrar as afirmações feitas ao longo do trabalho. Podem ser mapas, gravuras, fichas, inquéritos, gráficos, etc.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Guardiões Adormecidos

Desde sempre o ser humano gerou e alimentou conflitos. Desde sempre o homem teve de se rodear de estruturas defensivas, daí não se saber ao certo de quando datarão as primeiras muralhas e castelos defensivos.
Já as tribos de Celtiberos defendiam os seus povoados construindo altos muros /muralhas à volta dos castros ou citânias. Mas foi na Idade Média com a invasão árabe e consequente processo da Reconquista Cristã que se generalizou no espaço ibérico a construção de esses gigantes defensivos, os castelos.
Geralmente os castelos eram edificados em zonas estratégias, uns rodeando e defendo localidades, outros construídos em escarpas rochosas, por vezes inacessíveis funcionando como sentinelas e guardiões das populações.
São muitos e de diferentes na arquitectura os castelos de Portugal como podes constatar em http://castelosdeportugal.no.sapo.pt/ .
Fernand@maro
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
As minhas raízes.
Nasci e cresci numa pequena aldeia junto ao rio Douro, Numão. O nosso Douro de paisagens multicolores, de uma beleza sem fim. Cresci a correr entre as vinhas saltando os socalcos, a chapinhar nas águas límpidas, hoje algo poluídas, desse nosso Douro e da ribeira Teja (afluente do Douro), assim como a subir e a descer às amendoeiras, às macieiras, às figueiras... e às monumentais muralhas do castelo.
Daí vem, certamente, a minha paixão pela História, pelo património arquitectónico, cultural, etnográfico, ambiental...
Quando era miúda, o cemitério da aldeia era nas ruínas da capela românica que existe dentro das muralhas. Na altura dos fiéis era uma diversão, para a miudagem, onde eu me incluía, percorrer todo o castelo e brincar às casinhas ou às escondidas nas ruínas das muitas casas que há no interior das muralhas, bem como rapinar castanhas que havia nas imediações.
domingo, 19 de outubro de 2008
Homem de Cor
Quando nasci eu era preto. Quando cresci fiquei preto.Quando estou doente fico preto.Quando apanho sol fico preto.Quando estou com frio fico preto.Quando tenho medo fico preto.Quando morrer ficarei preto.
Mas tu “homem BRANCO”,Quando nasces és cor-de-rosa,Quando cresces ficas branco,Quando apanhas sol ficas vermelho,Quando sentes frio ficas roxo,Quando sentes medo ficas verde,Quando estás doente ficas amarelo,Quando morres ficas cinzento,E ainda tens a lata de me chamar:"homem de cor!"
Autor anónimo



